Blue Orange Green Pink Purple

Luar sem Estrelas

Dei-te o mesmo nome... Tudo o que te peço é que não o deixes ficar mal...

Nada me Ocorreu...

Quando mo perguntaste...
Nada me ocorreu...

Lembro-me como se fosse ontem... Lembro-me mesmo como se tivesse sido esta mesma tarde... Pediste-me que te contasse algo que nunca tivesse contado a ninguém...
Nada me ocorreu...

Lembro-me do que me contaste... Lembro-me como pensaste que o achei ridículo... Mas não... Achei giro... Achei uma história fofa, vá... Tentei recordar alguma similar do meu passado... Alguma que mais ninguém soubesse...
Nada me ocorreu...

Foi provavelmente a unica vez em que "fiquei a ganhar", em que revelaste algo de ti sem saber nada de mim... Senti-me especial... Quis retribuir... Mas...
Nada me ocorreu...

Hoje ocorre-me tanta coisa... Tanta coisa que está por detrás da cortina... Tanta coisa que te podia ter revelado... Tanta coisa que ninguém sabe... No entanto, se te tivesse revelado essas coisas, o que teria eu para revelar à próxima pessoa especial que viesse a ter na minha vida?
Porque, let's face it, fizeste tudo menos ficar...

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All Good Things Come to an End

Depois de um fim de semana de folga e cinco dias de férias, uma das piores coisas que pode acontecer é....... Começar o trabalho no sábado às 9h00 da matina... Ora bem, isto implica sair de casa às 8h00 (8h15), o que implica acordar às 7h00 (7h25), o que implica deitar-me às 23h25 (1h30)

Tal como era esperado destas minhas primeiras férias, mal arredei o pé de casa... Arrumei as secretárias e estantes (e descobri que não me lembro a quem emprestei alguns dos livros que me faltam...) e acabei de ler um dos livros que tinha pendentes...

Passei grande parte do tempo a jogar Os Sims 3... O primeiro foi um dos meus jogos preferidos, algo inovador, mas rapidamente atingi a familia perfeita (marido ia trabalhar, mulher ficava em casa a arranjar "amigos" para que ele pudesse subir mais na carreira - o verdadeiro sonho americano...) e fartei-me do jogo... O segundo nunca joguei... Mas quando vasculhava pela net e dei com o terceiro, lançado nesse mesmo dia (online, porque só sai mesmo em junho) não resisti! Bem, devo dizer evoluiu imenso desde o primeiro jogo... Quase dá vontade de ficar ali a viver aquele mundinho virtual e ignorar os problemas da nossa vida real... E foi isso que fiz grande parte das férias... tentar ignorar aquilo que me tem tirado o sono nestes últimos tempos... É fácil ignorar isso durante o dia, mas quando pouso a cabeça na almofada e fico em silêncio com os meus pensamentos, essa assombração volta...

Sempre achei que era uma treta quando diziam que "começando a trabalhar, nunca mais se tira o mestrado... diz-se sempre que fica para o ano que vem...", achava que essas pessoas eram apenas fracas nas suas convicções, que não tinham força de vontade suficiente, que simplesmente se deixavam viver as suas vidas conforme elas lhes apareciam pela frente, numa total passividade... Eu não ía ser assim!! Sei que só passou um ano... mas... eu estou a ser assim...

And I can't handle it...
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Um Merecido Descanso (A.K.A. Mãos à Obra)

Ok, estou finalmente de férias! Digo "finalmente" porque comecei a trabalhar dia 8 de Julho do ano passado (no dia seguinte à entrega do meu projecto de final de curso), e estou a ter férias pela primeira vez... É apenas uma semana, mas talvez seja aquilo que estou a precisar...

O meu horário de trabalho é das 14h as 22h, e quando se é um canceriano (pecado capital = preguiça) é dificil acordar cedo... Isto é, acordo sempre por volta do meio-dia (quando não é mais tarde) e depois preparo-me, almoço, e lá vou eu para o trabalho... Isso não deixa muito tempo para... sei lá... viver, não é? Claro que quando chego a casa, por volta das 23h, não consigo simplesmente devorar o meu jantar aquecido, deitar-me e adormecer... Fico sempre até tarde a ver séries no portatil ou assim (Agora que estamos a finais de Maio e as temporadas estão praticamente todas a acabar, a minha vida vai-se tornar um inferno!) e depois claro que não consigo levantar-me cedo no dia seguinte, especialmente porque não há nada que me motive para tal...

Cada dia que passa digo a mim mesmo que "é so uma fase", e vou deixando o tempo passar até me decidir a passar a deitar mais cedo, para mais cedo acordar, e para começar a fazer alguma coisa com a minha vida (nem que seja exercício físico, God knows I could use some)

E o tempo vai passando... E bem, já passou quase um ano que me tornei nesta vampiresca forma de vida, so to speak, e pouco ou nada fiz para mudar isso... As minhas secretárias e armários estão uma desarrumação... Pastas de coloquios e congressos para um lado e para o outro... CDs por todos os cantos... Livros meio lidos por todo o lado... mais uma vez uma desordem "temporária" que tem vindo a alongar-se meses a fio... Acho que sei porque estou assim... Lembro-me que foi tudo muito rápido para mim (acabar o curso, comprar carro, arranjar emprego) e que honestamente ainda hoje me sinto um pouco atordoado com essa brisa de mudança (BRISA?! Mais pareceu um TORNADO!)

Oh, mas esta semana vai dar para mudar tudo isso! Vai ter que dar! Vou dar uma arrumação na secretária aqui do quarto, arranjar um bom sitio no sotão onde pôr a tralha toda... E assim que isso estiver feito, toca a voltar à leitura (ao fim e ao cabo, a maioria das minhas séries de eleição já chegaram ao fim este ano)...

Ah, a leitura... Quem vai comigo à Fnac ou à Bertrand, ou qualquer outro sitio com livros à venda, for all that matters, sabe que me perco facilmente e acabo por comprar mais um de Nicholas Sparks, Stephen King, ou qualquer outro integrante da minha longa lista de livros que ainda quero comprar... (Neste momento ainda restam cerca de 35 livros dessa lista)

No entanto, embora continue a comprar livros como se não houvesse um amanhã, ultimamente não me consigo dedicar à sua leitura... Antigamente lia livros num ápice... A minha mãe ficava fula... Não conseguia tolerar que eu lesse 6 livros dos "Arrepios" numa única tarde... Não me podia estar sempre a comprar livros, dizia... (Nem a aturar os meus pesadelos)

Com os livros do Harry Potter foi a mesma coisa... Quando a saga se tornou popular e saiu o primeiro filme, a minha mãe resolveu oferecer-me os primeiros três livros no Natal... Bem, apenas duraram para essas pequenas férias... O quarto livro, comprado mais tarde numa feira do livro, foi lido em cerca de uma semanita... Os restantes foram comprados algum tempo depois do seu lançamento (não, não fui nenhum dos loucos que ficam horas em filas para comprar o livro...) em Português (Podia ter lido a versão original, mas queria ter todos no mesmo idioma)...

Os livros de Dan Brown, li-os na ordem inversa, pois foi a ordem em que foram lançados em Portugal... Primeíro "O Código de Da Vinci", depois "Anjos & Demónios", "A conspiração", e finalmente "Fortaleza Digital", assim que foi lançado... Cada um durou pouco tempo nas minhas mãos, e aguardo impacientemente o lançamento de "A Chave de Salomão"...

O meu primo uma vez emprestou-me "Um Momento Inesquecível", o primeiro livro que li de Nicholas Sparks... Lembro-me como fosse ontem, que o comecei a ler à meia-noite, e só consegui parar às três da manhã, quando voltava a última pagina, e enquanto as lágrimas ainda rolavam incessantemente pela minha face... Foi provavelmente o único livro que li duas vezes, pois repeti a leitura (e o choro) quando me foi oferecido quando fiz 17 anos... O filme também está bom, mas não se aproxima sequer da grandeza do livro... O segundo livro dele que li foi "Corações em Silêncio", que embora não tenha sido tão marcante, foi um bom livro... Quanto a "As Palavras que Nunca te Direi" e "O Diário da Nossa Paixão", apenas vi os filmes, para já... No que toca a "O Sorriso das Estrelas", tenho o filme, mas queria ler o livro primeiro...

Quando a minha tia me ofereceu o "Perfume", de Patrick Süskind, devorei-o tão rapido e com tanto entusiasmo como o próprio Grenouille perseguia uma fragrância... Devo dizer que fiquei um pouco assustado com a empatia que senti por esse estranho ser... Depois ofereceu-me "O circulo do medo", o quarto volume de "A saga das pedras mágicas" de Sandra Carvalho, provavelmente sem saber que se tratava de uma continuação... Então, encomendei os primeiros três na Fnac, e enquanto esperava por eles li o meu primeiro livro de Stephen King, "Misery"... Oh, o terror psicológico que as páginas de King provocam é alucinante... Um dos últimos livros que li, "A História de Lisey" é fascinante, uma história de amor repleta de terror psicológico... Um livro tão perturbador, mas tão perturbador, que me era impossivel evitar uma sensação de aconchego enquanto o lia... Talvez por sentir esse lado negro a chamar-me, qual Scott Landon, tive que fazer longas pausas durante a leitura dessa livro, fazendo-o durar uns bons meses... Foi de seguida que li "Quem Ama Acredita" e "À Primeira Vista", de Nicholas Sparks, para tentar afastar da minha mente o negro romance de Lisey e Scott...

Comecei o "Memoria Traiçoeira" de Sebastian Faulks há imenso tempo, e acreditem, estava a adorar aquele livro... Mas tal como com Jean-Baptiste Grenouille, e com Scott Landon, comecei a sentir uma perturbadora empatia pela conturbada mente de Mike Engleby, e deixei o livro num hiato... Comprei "Os Três Reinos", o quinto livro de "A Saga das Pedras Mágicas" e comecei a lê-lo, mas também esse foi deixado a um canto... Aborreci-me, embora o enredo não esteja propriamente mau...

Vou dando uma e outra olhadela à estante e reparo nos livros que lá tenho que ainda mal abri...
"Watership Down" de Richard Adams, um clássico que me fartei de procurar e que tanto anseio ler...
"Insónia", "Cell", "Carrie", "A Maldição", "O Retrato de Rose Madder", todas grandes obras do Mestre King...
"Laços que Perduram" de Nicholas Sparks...
E "O Sentido da Noite", de Michael Cox, um outro livro curioso e perturbador que once upon a time comecei a ler e não me vi capaz de continuar...


Mas...


Hoje isso muda... Vou pegar no livro que está em cima da minha mesinha de cabeceira e ver qual o destino que Sandra Carvalho traçou à Guardiã da Lágrima do Sol... E assim que terminar esse livro, quem sabe não volto a dar uma olhadela à vida de Engleby? Pode ser que esse despertar do meu lado mais obscuro não seja tão mau assim... Se ponderar bem a situação, tenho vivido uma verdadeira fase de gomer, qual Scott Landon, e isso acaba por ser bem mais "negro" que esse lado obscuro, no qual consigo sentir a minha velocidade de raciocínio voltar ao seu acelerado ritmo, a minha inspiração a emanar pelos poros, a minha energia a fluir pelos músculos, e a minha imaginação a ganhar asas e voar, bem alto... Talvez esse lado obscuro não seja um sinónimo de trevas, (Boo'ya Moon era bela durante o dia) mas sim uma espécie de crepúsculo, em que ainda seja possível ver no céu o azul do dia, enquanto se aproxima o luar... (sem estrelas...)

Pode ser que finalmente desencadeie a lise deste trombo que tem vindo a obstruir a minha veia poética...
Pode ser que me devolva a inspiração para escrever, porque ideias gerais não me faltam...
Pode ser que seja como uma mão que me auxilie para fora desta lenta mas movediça areia que me tem vindo a engolir sem me aperceber...
Pode ser que finalmente engate a primeira e arranque deste estacionamento na estrada da minha vida...
Pode ser que me traga inspiração para arranjar metáforas melhores da próxima vez, porque estas dão dó...
Ou pode ser que nada disso suceda, mas como uma grande e conturbada mente uma vez disse:

"Valeu a pena? Tudo vale a pena
Se a alma não é pequena"
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At Your Service

Atendimento ao público... É aquela cena fantástica... Não há palavras para descrever esse tipo de experiência... É que ninguém pode dizer que as pessoas são complicadas, que as pessoas são estranhas, que as pessoas são... eh pah, estúpidas... até ter tido a oportunidade de estar do lado de trás de um balcão, a servi-las... Isto em qualquer tipo de estabelecimento! Mas claro está, a farmácia é definitivamente um caso especial... Especial porque não é um simples caso de "toma lá, dá cá", mas todo um processo que requer conhecimento, paciência, simpatia, paciência, atenção, e claro, paciência...

Vou agora quebrar algumas barreiras éticas e partilhar alguns casos caricatos que me sucederam a mim, colegas, ou amigos (sim, porque eles também quebraram barreiras éticas, né? senão eu não sabia!!)

Em pleno Inverno, tou eu lá na farmácia, minding my own busyness, e entra uma mulher toda acelerada... "Arranje-me aí um Ben-U-Ron, um Cêgripe, e um antibiótico qualquer para a dor de garganta, pode ser o Clamoxyl!"... Ok, rewind, slow the hell down, start over... Depois de explicar à mulherzinha que não existe tal coisa como um "antibiótico para a dor de garganta", e que se o médico lhe passa sempre o raio do antibiótico é porque infelizmente a classe médica não tem noção de metade das consequências da palhaçada que faz (Politicamente correcto Kriz, pensa politicamente correcto!!!)
Sim, porque eu acho "piada" (quando na verdade não tem piada nenhuma) quando chega gente com receitas de azitromicina e me diz que está gripado... Sim, porque a gripe, um VIRUS, trata-se com um antiBACTERIANO, claro, né? E logo um macrólido claro, para ver se daqui a uns anitos anda tudo a ouvir mal...


Enfim, vou parar de refilar sobre antibióticos, porque isto nunca mais vai a lado nenhum... Passemos a casos mais caricatos...
Seja a velhinha que vai comprar tantum verde, e depois diz "ai menina... eu ontem estava com tanto desespero, mas tanto desespero, "lá em baixo", depois enchi o bidé, deitei umas gotinhas disto, e passou que nem um mimo"
Seja o homem que está para lá a refilar que a mulher nunca teve diabetes, e depois esteve internada no hospital, e veio de lá com diabetes (está é uma das verdadeiras pérolas... quase tão engraçado como o Franck acreditar que pode "apanhar hemorroidas" ao sentar-se em assentos de autocarro que estejam quentes...)

Já ontem, chega uma mulher para fazer um teste de gravidez... Mando-a entrar, dou-lhe o frasquinho para a mão e aponto para a casa de banho...
Ela - ah, mas agora não tenho vontade de fazer chi-chi...
Eu - ah, ok, nesse caso pode esperar lá fora... ou se preferir pode ir dar por aí uma volta e voltar mais tarde
Ela - Não, não quero ir dar uma volta, quero fazer o teste agora!

Sim, porque faz um sentido daqueles, né?! Ficou lá meia-hora sentada à espera de ter vontade, só faltou ir fazer-lhe "ssssshhhhh" ao ouvido, ou por-lhe a mão em água morna! Valeu a espera, se é que me entendem, embora não me parecesse que foi o resultado que esperava...

O que me faz lembrar um outro caso, que de certa forma me revoltou... Entra lá uma mulher cheia de power "boa tarde, queria fazer um teste de gravidez... E já agora, se der positivo, tem aí alguma coisa para eu abortar?"... Lá tive que lhe explicar que essa abominação a que chamam aborto é uma coisa que nos dias de hoje está legalizada, EM HOSPITAIS, e não introduzindo medicamentos anti-ulcerosos na dita-cuja, mas com intervenções menos perigosas (embora igualmente repugnantes e traumáticas)...

Bem, vou publicar o post antes que entre mais fundo em terreno polémico (hoje não tou com paciência)
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Mais uma Queima...

Na semana passada, que nem verdadeiros mitras, fomos comprar bilhetes para a Queima a preço de estudante... Os cartões do ano passado serviram perfeitamente, e não tive que puxar do BI e dizer "amigo, tenho 21 anos, olhe bem para mim... Você por acaso acha que eu ja me licenciei?!"

O engraçado de só trabalhar de tarde é que possibilita que vá às Noites da Queima tantas vezes como nos anos de estudante (e bem mais que no fatídico 2º ano...)

No primeiro dia lá estivemos, a exagerar um pouco nos shots... É que agora é absinto em tudo o que é shot, mal dá para escapar... Depois houve o belo do episódio na barraca de Erasmus, em que o meu amigo (que já tinha bebido bastante) resolveu que era um austriaco em Erasmus, e começou a falar em inglês para uns gajos lá a beira (Pelo menos para a próxima podias conversa com gajas, não?!)... O engraçado disto, é que os gajos falavam em inglês para ele também, e o dialogo prolongava-se e tal, e eu a rir-me por dentro porque já tinha topado que eles também eram portugueses! A dada altura o meu amigo aponta para nós e diz "They're all portuguese!", ao que eu respondi "é, por que se calhar tu não!!"... Então os nossos "novos amigos" olharam para ele, e ele sai-se com "Não! Eu não sou português!... Oh... F***-se...", e um dos gajos, meio abananado "Eh pah, vocês são todos portugueses?! Eu também sou português!"...

O melhor dessa madrugada foi rever algumas caras que embora não fizessem parte do estrelato dos nossos dias, são sempre pequenos "figurantes" que deixam saudade... Já o pior, foi sem dúvida, a ida embora... Tipo, não estava necessáriamente bêbedo, nem lá perto, mas não sei até que ponto isso afectaria a minha condução (ou quanto acusaria ao soprar ao balão...) pelo que resolvemos ir devagarinho, pelo meio de matosinhos... Deitei-me por volta das 8h00, e aproveitei a tarde para descansar... Porque à noite, havia mais queima :P

Xerostomia... Anorexia... Fotofobia... Fonobia... Yep, sem dúvida, uma ressaca... Nada de intolerável, apenas desconfortante... Mesmo assim, era melhor ficar longe do álcool no domingo, e aproveitar o concertozinho dos Reamonn (Até punha os vídeos, mas ouve-se eu a desafinar, e não é boa ideia), e bazar cedinho (acabei por chegar a casa as 7h00) que hoje há trabalho...

Já hoje, no trabalho, andei a arrastar-me... Tinha-me esquecido que era dia de feira lá na terrinha (a feira é em frente à farmácia... dia de feira implica maior movimento, e que não se feche para almoço...) e que como tal tinha que ir para lá mais cedo... Por sorte não esteve tanto movimento assim, e pude passar o dia como um verdadeiro zombie sem que isso prejudicasse o meu desempenho laboral... O caricato foi acabar de atender uma senhora, e ela me perguntar "Você anda na ESTSP não anda?"... Eu, meio aparvalhado, a pensar "ok, será suposto eu conhecê-la?", respondo que sim, ou melhor, que acabei o ano passado... E ela então explica-me que foi a filha, caloira lá, que me viu na queima... Não tou a ver quem seja a rapariga, mas é bom saber que tenho gente da ESTSP por aqueles lados... A saudade fica sempre...

Bem, agora tenho que acabar este post para sintonizar a sic e ver os McCann repetir aquela história que já todos sabemos de cor, e que um dia contaremos aos nossos netos para os ajudar a adormecer... "Capuchinho vermelho?! Nããããão! Conta aquela sobre our little daughter Madeleine"
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